O União da Mata assinala, este sábado, as bodas de prata com um conjunto de iniciativas agendadas para celebrar com amigos e sócios, o trabalho que tem sido desenvolvido.

Miguel Tavares, presidente da direcção do clube, recorda uma data histórica, dum clube que “começou num grupo de amigos e se transformou numa referencia da freguesia de Santa Maria de Lamas” embora lamente que, o mesmo, “não seja reconhecido pelos políticos locais”.

Sem campo para treinar, o clube tem de andar com a “casa às costas” e, se não fosse a ajuda da Juventude Atlética de Rio Meão, a situação seria ainda mais complexa. “Durante a campanha eleitoral o actual executivo tinha um discurso, mas após vencer as eleições alterou o que prometera”, afiança Miguel Tavares.

Em janeiro, a junta de freguesia celebrou um contrato com o Clube de Futebol União de Lamas para a cedência do campo sintético, apanhando de surpresa os responsáveis do União da Mata. ” Não fomos ouvidos para nada, quando soubemos o acto já estava consumado. Tanto o PSD como o PS, faltaram à palavra que nos tinham dado na campanha”, lamenta o presidente da direcção.

Miguel Tavares entende que, a junta de freguesia, deveria ter salvaguardado os interesses do União da Mata com a possibilidade de também poder jogar e treinar no referido espaço.”O sentimento é de tristeza, porque há muito que prometeram a construção de balneários e bancadas, mas nada é feito, o relvado sintético nem concluído está e Lamas continua assim…”, acrescenta Miguel Tavares, prometendo continuar “a denunciar estas situações nos locais próprios”, assegurando aos sócios que, “mesmo com estas injustiças, o clube vai continuar a dignificar a freguesia”.