Arranca domingo a 43.ª edição do FIMUV – Festival Internacional de Musica de Paços de Brandão do Cirac, com o concerto de abertura marcado para o Grande Auditório do Europarque, às 17h30, com a apresentação da 9.ª Sinfonia de Beethoveen, pela Orquestra Filarmónica Portuguesa & Coro de Berlim, dirigidos pelo maestro Osvaldo Ferreira. “Este espectaculo insere-se na programação das fogaceiras e visa também assinalar os 250 anos do nascimento de Beethoveen”, explica Augusto Trindade, director artístico do festival.

Este ano a grande novidade reside na extensão do festival durante todo o ano, visando criar na comunidade hábitos de consumo na vertente cultural mais erudita. “O desafio foi lançado pelo vereador da cultura do município, fazendo com que o Fimuv não colida com outros eventos que decorrem no mês de Abril, havendo a vantagem de dar um maior destaque ao longo do ano, embora o grosso da programação aconteça em Outubro”, conta este responsável.

A média de assistência tem-se situado entre os 4500 a 5000 espectadores nas edições anteriores, mostrando esta realidade que, “há um público já fidelizado muito à custa da excelência dos músicos internacionais de nomeada que têm marcado presença com repercussão a nível internacional”, revela o director artístico.

Augusto Trindade lembra que o Fimuv tem sido o palco de afirmação de vários talentos, sendo exemplo disso, a Orquestra Filarmónica Portuguesa – antes Orquestra EuroAtlantica – que nasceu no festival e que tem no seu elenco diversos músicos de Santa Maria da Feira.

Nesta edição vão marcar presença o Coro de Câmara Filarmónico de Berlim, o conceituado grupo Mnozil Brass, a cantora, pianista e bailarina Joyce Cândido e solistas como Marie-Ange Nguci  (pianista) e Akiko Suwanai  (violinista), entre outros. No que concerne aos artistas nacionais estarão presentes, entre outros, a Orquestra Filarmónica Portuguesa, a proeminente banda de música Melech Mechaya e a companhia de dança Ballet Contemporâneo do Norte.