Sem comparticipação dos tratamentos termas podem fechar portas

Nov 10, 2020

Apreensivos!, é o sentimento que invade nesta altura os responsáveis da  Associação das Termas de Portugal por não saberem se o SNS vai continuar a comparticipar os tratamentos termais.

Numa altura em que se discute o orçamento do Estado, está a ser feita uma sensibilização  junto das forças partidárias com assento na Assembleia da República, para a necessidade de serem incluídas no documento as verbas necessárias para dar continuidade ao projecto piloto que, suportava os custos dos tratamentos termais prescritas pela rede de cuidados de saúde primários.

Teresa Vieira, directora das Termas das Caldas de S. Jorge, lembra as dificuldades provocadas pelo contexto pandémico, que impossibilitou a realização de um relatório do projecto piloto em tempo útil.

Teresa Vieira teme que, se o governo não for sensível a esta questão, muitos balneários poderão já nem abrir.

 A directora da estância termal caldense lembra que, a questão pandemia não poderá servir de justificação para cancelar os tratamentos, porque, além de essenciais, se há quem cumpra com todo o rigor as normas da DGS, são estes balneários.

A maior preocupação reside em garantir as comparticipações, mas não menos importante, fica o alerta que o plafond disponibilizado pelo governo é insuficiente tendo-se esgotado antes do prazo. 

É essencial que o Governo continue a comparticipar os tratamentos termais para que muitos equipamentos não fechem portas, avisa Teresa Vieira das termas de S. Jorge, Santa Maria da Feira.

Foto: DR

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