A Associação Empresarial da Feira (AEF) reagiu ao encerramento da ECCO, manifestando pesar pelo fim da atividade de uma empresa que, ao longo de várias décadas, teve um peso significativo na economia de Santa Maria da Feira e na vida da comunidade.
A associação recorda “o contributo da unidade industrial para a criação de emprego na região”, onde assegurou postos de trabalho a centenas de pessoas, e considera que o impacto da decisão ultrapassa a dimensão empresarial, atingindo diretamente trabalhadores e famílias.
Perante este cenário, a AEF defende que “a atenção deve estar agora centrada nas pessoas afetadas”, procurando, em articulação com as entidades competentes,” soluções que facilitem a sua reintegração no mercado de trabalho” e reduzam as consequências sociais do encerramento.
A associação garante que pretende participar ativamente nesse esforço, sublinhando “a importância da colaboração entre entidades públicas”, associativas e empresariais para encontrar respostas numa fase particularmente difícil.
Apesar do impacto desta situação, a AEF considera que Santa Maria da Feira mantém condições para continuar “a atrair investimento e a afirmar-se como um território economicamente dinâmico e competitivo”. Reconhece que o concelho enfrenta desafios, mas destaca a capacidade de adaptação das empresas e da comunidade empresarial.
Na sua posição, a associação salienta que a força de um território também se revela na forma como enfrenta as dificuldades, se reinventa e consegue transformar os desafios em novas oportunidades.